Faculdade de Ciências Contábeis, de Direito, ou de Economia?

qualfaculdadeCom a variedade incrível de cursos de graduação que a maioria das universidades dispõe hoje em dia para quem está à procura de sua vocação, muitas vezes pode acontecer uma confusão na hora da escolha. Os cursos como Direito, Economia e Ciências Contábeis estão entre os mais procurados. Os três estão na mesma categoria e são chamados de ciências sociais, cada um abrangendo uma diferente área, porém todos com a sua maneira de contribuir com a sociedade. Mas você já parou para se perguntar o que esses cursos ensinam, o que as pessoas que os cursam estarão aptas à realizar e como é o mercado de trabalho para esses profissionais? E o mais importante: você já se perguntou qual é a diferença entre cada um desses profissionais?

Vou lhe ajudar com essas questões. Para começar, basta saber que cada profissão é uma, cada profissional é diferente do outro e, principalmente, que você deve procurar o que te faça feliz e mais se pareça com o que procura.

A faculdade de direito é basicamente o estudo de leis e formação de profissionais que farão as defesas e acusações em casos de problemas onde os indivíduos procurem seus direitos. Esses direitos são impostos por sistemas de normas de instituições e chamadas de normas jurídicas. Algumas profissões como a de Juiz, Advogado e Defensores Públicos têm como pré-requisito que a graduação em direito esteja completa para ter a possibilidade de passar pelas provas e concursos que os elevem à tal patamar. Pode-se dizer que o Direito está na busca incansável do certo, da justiça e da lei. Além disso, o profissional que optar pela área do direito terá um amplo leque para a escolha de sua área, sendo ele dividido em inúmeras formas de representação. Os mais comuns são o Direito Penal, Direito Administrativo, Civil e Trabalhista.

A faculdade de economia, também conhecida como ciência econômica tem como prioridade ensinar e aprofundar a questão econômica na produção, na distribuição e também, no consumo de serviços e bens de um indivíduo ou de uma empresa. Se você parar para pensar, absolutamente tudo gira em torno da economia. Uma empresa precisa estar sempre muito bem economicamente para que tudo esteja indo conforme o planejado. Quando se fala em economia, não se fala apenas no dinheiro “cru”.

Estamos falando que é necessário que uma pessoa esteja sempre disponível para informar e decidir o que pode ser comprado, à que preço deve ser vendido, como deve ser feita a produção, tendo sempre em vista a economia como um todo. Isso não depende apenas de fazer cálculos ou de saber qual é o valor que existe disponível em uma conta de banco. Esse estudo abrange mercado, finanças, economia internacional, ambiente e cultura. Isso é o que o profissional da economia pode esperar aprender em uma faculdade de economia. Além disso, existem também áreas da economia, como a economia doméstica, economia política e inúmeras outras.

Falando agora de Contabilidade, ou Ciências Contábeis como é conhecida também, ela se parece um pouco com a economia, quando falamos no geral, porém, com suas diferenças. O Contador, como é chamado o profissional de contabilidade é aquele que tem como objetivo planejas, coordenar e controlar um fluxo de valores em uma empresa. Isso permite que uma análise do patrimônio dessa empresa seja analisado mais claramente.

O contador é o profissional que analisa e regista todas as movimentações financeira de uma organização, com o intuito de fazer com que a economia possa caminhar de forma desejada. É através da faculdade de contabilidade que o aluno aprende a orientar seu cliente com um planejamento tributário e com planos de investimentos e gestão, o que é muito importante para uma empresa.

Depois de conhecer um pouco mais sobre as três opções, fica mais fácil de decidir, não é? Apesar de se complementarem, cada uma tem uma importância extremamente grande e insubstituível na trajetória de empresar e, também, para indivíduos que queiram fazer com que suas finanças estejam sempre de forma bem planejada.

É muito comum que pessoas com bom patrimônio também precisem de economistas e contabilistas para que esse patrimônio seja bem cuidado, mantido de forma certa e tenha um crescimento bom. Fora isso, é sempre necessário que se tenha um advogado, já que a maioria dos negócios exigem bastante cuidado na hora de contratos e direitos.

Depois de ler este texto, fica claro que os três profissionais são extremamente indispensáveis no quadro de funcionários de uma empresa e, na maioria das vezes, na vida das pessoas.

Como pedir segunda via certidão casamento no cartório? Quanto custa?

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Muitas pessoas tem dúvidas a respeito da 2 via da certidão de casamento para que consiga demandar judicialmente o cônjuge afim de obter divórcio (separação). Mas nem sempre ambos possuem tal documento em mãos o que dificulta para dar entrada no processo. Abaixo podemos analisar um situação real de uma usuária que questiona sobre o assunto além dos valores para se obter essa segunda via. Vejamos…

Usuária Questiona: “Meu amigo precisa pedir a segunda via da certidão de casamento pra dar entrada no divórcio, pois a esposa não quer dar a ele a certidão, Mas ele não tem tido tempo de ir ao cartório por causa do trabalho.  Gostaria de saber se outra pessoa pode ir ao cartório com os documentos dele e pedir, e se só pode pedir a segunda via no cartório onde casou ou pode ser em outro?”

Advogado Online Responde:
“Certidão de casamento é documento público, portanto, qualquer um pode pedir, sem problema algum.”

Usuária: “Que ótimo. Então eu posso levar os documentos dele e pedir? E pode ser em qualquer cartório?”

Advogado Responde: “ Os sistemas dos cartórios nacionais hoje em dia, são completamente integralizados, quando existe uma situação onde a pessoa se casou em outra cidade ou Estado, basta somente saber o cartório que onde foi lavrada a certidão, pagar uma taxa, eles dão um prazo de uns 5 ou 10 dias úteis, e ir retirar.”

Mais informações:
Vale ressaltar que deve-se pagar pela certidão, podendo tanto ser via online como visitando o cartório em que a certidão de casamento foi lavrada. Logicamente quando se visita pessoalmente o valor é menor, em torno de 100 reais. Esse valor pode variar de acordo com o tempo que foi celebrado o instrumento e o Estado em que é solicitado. Quanto mais tempo o casamento ocorreu mais caro será o pedido dessa segunda via.

Para ter acesso ao site do advogado que respondeu a dúvida acima, acesse o endereço.

Dívida de moto financiada que foi roubada

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Imagine o consumidor que acaba de comprar uma moto, financiando esse veículo com o Banco e já deixando uma boa parte do valor na entrada para o financiamento ser aprovado. Logo após retirar o bem da loja, pagando somente uma primeira parcela, sofre um assalto e tem esse bem subtraído. Então fica o questionamento se esse consumidor deve ou não continuar pagando as parcelas do financiamento. Vejamos um caso onde essa questão é exemplificada com atendimento de um advogado em seguida.

“Queria saber o que posso fazer se fui assaltado e levaram minha moto. Dei 7000 de entrada e paguei a primeira parcela já estava procurando o seguro, porém fui assaltado. Quero saber se tem como eu recorrer em alguma coisa para não ter que precisar paga-la ou se de todo jeito terei que pagar, pois tenho uma moto financiada no meu nome.

E não tem como pagar a dívida da moto que foi roubada. O que posso fazer?
OBS: A moto é financiada pela Honda sendo Leasing.”

A resposta de um advogado foi: “O entendimento nesse caso é que o banco também é solidário em caso em furto, ou seja, você não é obrigado a continuar pagando o bem, mas só entrando vida judicial mesmo para resolver a situação. O leasing diferente do CDC, o bem nunca é seu, até terminar de pagar tudo, então a justiça entende que o banco também assume todos os riscos inerentes à esse tipo de financiamento. Para demandar judicialmente recomendo que procure advogados profissionais especialistas em contratos de consumo.”

Mais informações: Mesmo tendo amparo nesse caso por ter sido um financiamento através de “leasing” é sensato que o consumidor faça seguro do seu veículo antes mesmo de retirá-lo da loja. Caso o cliente tivesse realizado financiamento comum, como CDC, deveria continuar arcando com os pagamento da dívida e das parcelas.

Como desistir de um advogado e fazer uma conciliação com a parte?

Afinal, é possível desistir de um advogado e buscar uma conciliação com a parte contrária por si próprio? Até onde essa decisão é ética e segura para ser realizada? Abaixo vamos analisar uma pergunta feita para um advogado em que dicas importantes são fornecidas para tomada dessa decisão.

“Preciso de uma orientação, pois estou muito insegura em uma questão de um processo trabalhista. Eu ganhei a causa mesmo depois da empresa ter recorrido, a última atualização do processo estava com o perito para verificar cálculo. Entrei em contato com meu advogado e ele não me passa orientações, apenas diz que eu ter ganho a causa, não quer dizer que eu vá receber. Continue reading