Como pedir segunda via certidão casamento no cartório? Quanto custa?

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Muitas pessoas tem dúvidas a respeito da 2 via da certidão de casamento para que consiga demandar judicialmente o cônjuge afim de obter divórcio (separação). Mas nem sempre ambos possuem tal documento em mãos o que dificulta para dar entrada no processo. Abaixo podemos analisar um situação real de uma usuária que questiona sobre o assunto além dos valores para se obter essa segunda via. Vejamos…

Usuária Questiona: “Meu amigo precisa pedir a segunda via da certidão de casamento pra dar entrada no divórcio, pois a esposa não quer dar a ele a certidão, Mas ele não tem tido tempo de ir ao cartório por causa do trabalho.  Gostaria de saber se outra pessoa pode ir ao cartório com os documentos dele e pedir, e se só pode pedir a segunda via no cartório onde casou ou pode ser em outro?”

Advogado Online Responde:
“Certidão de casamento é documento público, portanto, qualquer um pode pedir, sem problema algum.”

Usuária: “Que ótimo. Então eu posso levar os documentos dele e pedir? E pode ser em qualquer cartório?”

Advogado Responde: “ Os sistemas dos cartórios nacionais hoje em dia, são completamente integralizados, quando existe uma situação onde a pessoa se casou em outra cidade ou Estado, basta somente saber o cartório que onde foi lavrada a certidão, pagar uma taxa, eles dão um prazo de uns 5 ou 10 dias úteis, e ir retirar.”

Mais informações:
Vale ressaltar que deve-se pagar pela certidão, podendo tanto ser via online como visitando o cartório em que a certidão de casamento foi lavrada. Logicamente quando se visita pessoalmente o valor é menor, em torno de 100 reais. Esse valor pode variar de acordo com o tempo que foi celebrado o instrumento e o Estado em que é solicitado. Quanto mais tempo o casamento ocorreu mais caro será o pedido dessa segunda via.

Para ter acesso ao site do advogado que respondeu a dúvida acima, acesse o endereço.

Dívida de moto financiada que foi roubada

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Imagine o consumidor que acaba de comprar uma moto, financiando esse veículo com o Banco e já deixando uma boa parte do valor na entrada para o financiamento ser aprovado. Logo após retirar o bem da loja, pagando somente uma primeira parcela, sofre um assalto e tem esse bem subtraído. Então fica o questionamento se esse consumidor deve ou não continuar pagando as parcelas do financiamento. Vejamos um caso onde essa questão é exemplificada com atendimento de um advogado em seguida.

“Queria saber o que posso fazer se fui assaltado e levaram minha moto. Dei 7000 de entrada e paguei a primeira parcela já estava procurando o seguro, porém fui assaltado. Quero saber se tem como eu recorrer em alguma coisa para não ter que precisar paga-la ou se de todo jeito terei que pagar, pois tenho uma moto financiada no meu nome.

E não tem como pagar a dívida da moto que foi roubada. O que posso fazer?
OBS: A moto é financiada pela Honda sendo Leasing.”

A resposta de um advogado foi: “O entendimento nesse caso é que o banco também é solidário em caso em furto, ou seja, você não é obrigado a continuar pagando o bem, mas só entrando vida judicial mesmo para resolver a situação. O leasing diferente do CDC, o bem nunca é seu, até terminar de pagar tudo, então a justiça entende que o banco também assume todos os riscos inerentes à esse tipo de financiamento. Para demandar judicialmente recomendo que procure advogados profissionais especialistas em contratos de consumo.”

Mais informações: Mesmo tendo amparo nesse caso por ter sido um financiamento através de “leasing” é sensato que o consumidor faça seguro do seu veículo antes mesmo de retirá-lo da loja. Caso o cliente tivesse realizado financiamento comum, como CDC, deveria continuar arcando com os pagamento da dívida e das parcelas.

Como desistir de um advogado e fazer uma conciliação com a parte?

Afinal, é possível desistir de um advogado e buscar uma conciliação com a parte contrária por si próprio? Até onde essa decisão é ética e segura para ser realizada? Abaixo vamos analisar uma pergunta feita para um advogado em que dicas importantes são fornecidas para tomada dessa decisão.

“Preciso de uma orientação, pois estou muito insegura em uma questão de um processo trabalhista. Eu ganhei a causa mesmo depois da empresa ter recorrido, a última atualização do processo estava com o perito para verificar cálculo. Entrei em contato com meu advogado e ele não me passa orientações, apenas diz que eu ter ganho a causa, não quer dizer que eu vá receber. Continue reading